sexta-feira, 6 de maio de 2011

FUNCIONÁRIOS - 2013

E. M. E. F. ALMIRANTE BARROSO
RELAÇÃO DOS PROFESSORES - 2013

NOME DOS PROFESSORES


ALACID CARVALHO OLIVEIRA
ANA CLÉIA OLIVEIRA CASTRO 
CARLOS FERNANDES SOUZA NETO
CLEIDE JANE MACIEL DE CASTRO
EDMILSON PEREIRA MORAES
ELIZENI DOS SANTOS COSTA
GONÇALO SÉRGIO CORRÊA VALENTE
HERALDO RODRIGUES MOREIRA
IRENILDE RODRIGUES DA SILVA
IVALDO JOSÉ MEIRELES DA CONCEIÇÃO 
JACI JORGE CARVALHO OLIVEIRA
JAILMA NEVES CAJUEIRO
JONILSON LOPES COELHO
JORGE EDSON OLIVEIRA AMARAL
JOSÉ ANTÔNIO FARIAS DIAS
JOSÉ HAROLDO DE ALMEIDA
JOSÉ MARIA RODRIGUES RIBEIRO
JUCILÉIA DA SILVA LOPES
LEDA ODALÉA SILVA CARVALHO
LEONARD SILVA CARVALHO CAPELA
MARCOS ANTONIO CORRÊA LOPES
MARIA DE FÁTIMA DOS SANTOS  BARROS
MARIA DOS PRAZERES P. DOS SANTOS
MARIA NATALICE LISBOA COSTA
MARIA ROSILENE BRAGA DOS SANTOS
MARIA ROSILENE FERNANDES CARVALHO
MARIA SUELY SACRAMENTO SOUTO
NILTON SÉRGIO BRITO RASCON
NICINÉIA DA SILVA GOMES
ROSIBERTO LOPES DIAS
ROSINARA DE CÁCIA CHAVES AMÉRICO
ROSINELMA DA CRUZ OLIVEIRA
SÔNIA MARIA MEIRELES DE SOUZA
VALBER TAVARES CAPELA
WALDIRENE PRAZERES SACRAMENTO
CRISTILENE MOREIRA RODRIGUES
LUIS CLÁUDIO COSTA OLIVEIRA
ANDERLEI SILVA RODRIGUES


PESSOAL DE APOIO
ANA MARILDA LEITE
ANDRÉ AFONSO LOBO COSTA
AURILÉIA MEIRELES RODRIGUES
BENEDITO MAURINO QUEIROZ
CRISTIANE MIRANDA CARDOSO
CUSTÓDIA LOPES FERREIRA
DELMARINA MORAES RIBEIRO
DOMINGOS DIAS CUNHA
DONATO PONTES ALMEIDA
EDINHA CASTRO MEIRELES
FERNANDA DE NAZARÉ CALDAS RODRIGUES
FRANCINETE PORTILHO PINHEIRO
ILMA MARIA ARRUDA AIRES
JOSÉ JOAQUIM CALDAS OLIVEIRA
JUCICLÉIA DA SILVA LOPES
JUVENAL VIEIRA ESTUMANO
LEDA ODALÉIA SILVA CARVALHO
LEIDIANE LEÃO SIQUEIRA
LINDALVA DO CARMO DIAS
LUIS WANDERLEI BARROS NASCIMENTO
MAISSA DOS PASSOS CARDOSO
MARIA DAS GRAÇAS CORRÊA
MARIA DE NAZARÉ OLIVEIRA PINTO
MARIA ELIZANGELA MORAES RIBEIRO
MARIA GOMES MARTINS
NÉLIO HENRIQUE DE SOUZA BACHA
RAIMUNDO FERREIRA DE CARVALHO
RAIMUNDO MÁRCIO FARIAS MARÇAL
RISELDA FERREIRA GONÇALVES PAES
ROSA MALENA MENDES CORRÊA
ROSÂNGELA MARIA DOS PASSOS
ROSIRENE DIAS RODRIGUES
RUI COÊLHO PAES
RUI LOPES
SILVIA CALDAS GUIMARÃES
SIMONE CHAVES LOBO
SÔNIA MOTA PAES
TEREZA VIANA PANTOJA
ZIVANILDE CLARA MIRANDA LEITE DA SILVA

quinta-feira, 7 de maio de 2009

VELHO ALMIRANTE


Quem era mesmo esse Almirante? Teu porte altaneiro sobressai entre casas baixas e acanhadas dessa cidadezinha... Com as castanholeiras salpicando seus frutos e folhas no pátio. E ao fundo (a finada) irmã vieira. Um almirante casado a uma freira. Do alto se ver o rio chamando a gente com murmúrios inaudíveis de rio que brinca de quebrar ribanceiras e bole com as pernas das pontes. O velho almirante com memórias de cheiro de merenda escolar – fubá, sopa, mingau, nescau... O tergal das fardas: branco e azul marinho. As pregas das saias das meninas. Que visão nas escadas. Paredes largas... Janelas abertas aos quatro ventos. Quando se fará colégios (grupo escolar, no meu tempo) com janelas de ver além? Parece que os colégios agora são só paredes, paredes cegas. Aquele almirante que nunca aprendeu a profissão do mar fazia a gente viajar... Longe! Eram mares de fantasia fabulosa... Das tabuadas, das cartilhas, dos livros de historinhas. As professoras e professores seguram o leme com firmeza. Velho almirante, ainda te vejo pelas manhãs da minha infância de pobreza (café com farinha, feijão com charque.. Quanto tinha) erguer-se como um general diante do exército de crianças enfileiradas ao hastear da bandeira no mastro do balcão. E o som das vozes maltratando hinos pátrios. “tu nasceste humilde e pequena”... “o Pará quanto orgulho ser filho”... “já podeis da pátria filhos ver contente...” e assim, cantava-se para entrar nesse templo. As crianças cantam menos hoje para estudar. Velho almirante, que meu pai ainda guarda a noite... Com teus fantasmas antigos. Sonhava estudar na sala grande, conquistar a sala grande. Está ali ouvindo o som das aulas. Olhar do balcão como um conquistador. Conquistar o almirante... Teu telhado, chapéu de almirante, barroso ainda suspira ao sim das chuvas de Mocajuba, que embala a gente de uma forma simples igual a uma criança que contempla o céu do alto de suas janelas, despertando em cada um de nós a imaginação de criar vários aviãozinhos, para serem atirados descrevendo retas e curvas, iguais a tantas que nós mesmo fazemos, antes de nós depararmos com o que somos e com o que queremos. Um dia cada um de nós não estaremos mais aqui para contemplar, para te agradecer, porém tu Almirante estarás sempre vivo, exercendo o teu papel, como um grande pai que aconselha, incentiva, repreende, protege e faz despertar para a vida.

Quem era mesmo esse Almirante ? Teu porte altaneiro sobressai entre casas baixas e acanhadas dessa cidadezinha ... Com as castanholeiras salpicando seus frutos e folhas no pátio. E ao fundo (a finada) irmã vieira. Um almirante casado a uma freira. Do alto se ver o rio chamando a gente com murmúrios inaudíveis de rio que brinca de quebrar ribanceiras e bole com as pernas das pontes. O velho almirante com memórias de cheiro de merenda escolar – fubá, sopa, mingau, nescau... O tergal das fardas: branco e azul marinho. As pregas das saias das meninas. Que visão nas escadas. Paredes largas... Janelas abertas aos quatro ventos. Quando se fará colégios (grupo escolar, no meu tempo) com janelas de ver além? Parece que os colégios agora são só paredes, paredes cegas. Aquele almirante que nunca aprendeu a profissão do mar fazia a gente viajar... Longe! Eram mares de fantasia fabulosa... Das tabuadas, das cartilhas, dos livros de historinhas. As professoras e professores seguram o leme com firmeza. Velho almirante, ainda te vejo pelas manhãs da minha infância de pobreza (café com farinha, feijão com charque.. Quando tinha) erguer-se como um general diante do exército de crianças enfileiradas ao hastear da bandeira no mastro do balcão. E o som das vozes maltratando hinos pátrios. “tu nasceste humilde e pequena”... “o Pará quanto orgulho ser filho”... “já podeis da pátria filhos ver contente...” e assim, cantava-se para entrar nesse templo. As crianças cantam menos hoje para estudar. Velho almirante, que meu pai ainda guarda a noite... Com teus fantasmas antigos. Sonhava estudar na sala grande, conquistar a sala grande. Está ali ouvindo o som das aulas. Olhar do balcão como um conquistador. Conquistar o almirante... Teu telhado, chapéu de almirante, barroso ainda suspira ao sim das chuvas de Mocajuba. E farei um avião de papel outra vez pra atirar do alto da janela na cabeça dos que passam.



Agradecimento a Edir Augusto



video

quarta-feira, 6 de maio de 2009

FOTO ALMIRANTE








HISTORICO

A Escola municipal de Ensino Fundamental “Almirante Barroso”, localizada na Travessa Lauro Sodré nº 58 – Centro, Município de Mocajuba, Estado do Pará.
Por está localizada no centro da cidade, possui um terreno próprio do tipo arenoso, sendo que o seu clima é quente e úmido, bastante ventilada devido muitos pés de acácia, castanheira e açaizeiros plantados em suas adjacências.
Foi inaugurada no ano de 1949, de início o prédio foi construído para o ensino profissionalizante, porém devido ao problema surgido na época como mãos-de-obra e recursos a mesma ficou ociosa devido ao problema surgido na época como mãos-de-obra e recursos a mesma ficou ociosa por alguns anos. Em 1956, começou funcionar como Grupo Escolar de Mocajuba. Já em 1957 no mandato do então Prefeito Manoel de Souza Furtado, passou a ser chamado Grupo Escolar Almirante Barroso, nome esse dado pela Assembléia Legislativa do Estado, em homenagem ao grande historiado Almirante Barroso que se destacou com muita bravura na guerra do Paraguai. Em 1987 com a Lei nº 5.692 passou a funcionar como Escola de 1º Grau Almirante Barroso, na época dirigida pela irmã de caridade Maria Esther Monteiro de Azevedo. No dia 16 de março de 1989 foi implantado o sistema modular de Ensino de 2º grau passando denominação de Escola de 1º e 2º grau Almirante Barroso, no Governo do então Prefeito Sr. Rodolfo Bacha. Em 1989 foi desmembrado o 2º grau passando a funcionar na Escola Isaura Baia. Sendo que desta data em diante passou a ser chamada de Escola de 1º grau Almirante Barroso. Em 1998 com o processo de municipalização passou a ser chamada de Escola de 1º grau Almirante Barroso. Em 1998 com o processo de municipalização passou-se a chamar Escola Municipal de Ensino Fundamental Almirante Barroso, cuja proposta é a valorização do Ensino Fundamental procurando diminuir o número de reprovação e evasão.